Cerca
de 5 mil pessoas das 54 paróquias arquidiocesanas participaram da
celebração de posse no ginásio Marista Diocesano, em Uberaba. Dom Paulo
Peixoto foi recebido com grande alegria pelos fiéis e inicialmente,
ouviu o hino Pontífice, executado pela Banda de Musica do 4º Batalhão da
Polícia Militar.
Entre
os paroquianos era grande a expectativa. Heli Pereira, da paróquia
Santa Luzia, disse do seu entusiasmo com o novo arcebispo. Já Vera
Garcia, da Catedral, enfatizou que espera em dom Paulo um instrumento do
Pai para que a Arquidiocese entenda e realize o Plano de Deus. Por
outro lado, a riopretense Maria Inês era só elogio a dom Paulo. “Ele é
uma pessoa humilde, determinada e trabalhadora,” realçou, acrescentando
que ele tem muito carisma para a catequese.
Quase
duas centenas de sacerdotes e 15 bispos e arcebispos, além do cardeal
dom Odilo Sherer – arcebispo de São Paulo, participaram da celebração,
que começou sob a presidência de dom Roque Oppermann. Após a leitura do
documento do Santo Padre nomeando dom Paulo Peixoto arcebispo de
Uberaba, seguiram os dois momentos mais simbólicos da posse. No
primeiro, dom Roque entrega o báculo a dom Paulo e em seguida, o convida
para assentar-se na cátedra.
O
novo arcebispo foi cumprimentado por todo o clero arquidiocesano e a
celebração seguiu o seu rito habitual. Ao final, autoridades, leigos e o
clero manifestaram a sua alegria e esperança com novo pastor da Igreja
Católica no Triângulo Mineiro.
Falando
em nome do governador Antônio Anastásia, o deputado estadual Antonio
Gonçalves Lerin disse que os homens públicos precisam pautar nas
decisões da Igreja, de onde sempre vem a vontade popular e auxiliar no
que for possível para o crescimento da fé. Já o presidente da Câmara de
Uberaba, Luiz Dutra, enalteceu a ação humanitária da Igreja, que também
deve ser as dos políticos.
Encerrando
a cerimônia dom Paulo assinou os primeiros documentos à frente da
arquidiocese uberabense e disse dos seus primeiros passos. “Quero
conhecer primeiro a realidade da Arquidiocese, principalmente, os
padres. Quero conversar com cada sacerdote, afinal eles são grande
instrumento nas mãos do bispo,” enfatizou.
Dom
Paulo Peixoto disse para que os fiéis não esperem dele 100%. “Mas podem
esperar muito trabalho das experiências adquiridas nos 26 anos de
sacerdote e de bispo e também a possibilidade do diálogo,” argumentou,
acrescentando que o diálogo e o entrosamento são fundamentais para que a
Igreja possa caminhar e dar significativos passos.









Fonte: Arquidiocese de Uberaba
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